Endividamento

Endividamento

DÍVIDA - R$ MILHÕES Montante1 Vencimento Custo Nominal
AES Tietê Energia2 4.887,3    
5a Emissão de Debêntures 206,1 dez/23 IPCA + 6,54% a.a.
6a Emissão de Debêntures - 2a série 366,5 abr/24 IPCA + 6,78% a.a.
7a Emissão de Debêntures - 2a série 756,3 fev/23 CDI + 1,30% a.a.
8a Emissão de Debêntures 203,5 mai/30 IPCA + 6,02% a.a.
9a Emissão de Debêntures 1a série 1.389,0 mar/27 CDI + 1,00% a.a.
9a Emissão de Debêntures 2a série 666,0 mar/29 IPCA + 4,71% a.a.
9a Emissão de Debêntures 3a série 190,3 mar/29 IPCA + 4,71% a.a.
4aEmissão de Notas Comerciais 181,2 abr/21 CDI + 2,80% a.a.
5a Emissão de Notas Comerciais 181,2 abr/21 CDI + 3,00% a.a.
6a Emissão de Notas Comerciais 155,2 abr/21 CDI + 3,00% a.a.
4131 Offshore Loan 592,0 dez/25 USD3 + 1,63% a.a.
AES Tietê Eólica 136,4    
1a emissão de Debêntures - 1série 67,6 dez/25 IPCA + 7,61% a.a.
1a emissão de Debêntures - 2série 68,8 dez/25 IPCA + 7,87% a.a.
Complexo Eólico Ventus (BNDES) 235,2    
Brasventos Eolo 76,9 out/29 TJLP + 2,51% a.a.
Brasventos Miassaba 77,2 out/29 TJLP + 2,71% a.a.
Rio dos Ventos 3 81,1 out/29 TJLP + 2,51% a.a.
 

A dívida bruta4 consolidada da Companhia encerrou 31 de dezembro de 2020 em R$ 5,3 bilhões, 23,6% superior à posição de dívida bruta do mesmo período de 2019 (R$ 4,3 bilhões) especialmente em função (i) da captação de R$ 500,0 milhões através da 4a, 5a e 6a emissões de notas promissórias, no segundo trimestre deste ano, para fazer frente ao possível cenário de stress acarretado pela pandemia de Covid-19; (ii) da captação do empréstimo offshore de montante equivalente a R$ 600,0 milhões; (iii) do vencimento/liquidação da 4a Emissão de Debêntures da AES Tietê Energia no montante de
R$ 387,4 milhões; e (iv) da conclusão da aquisição do Complexo Ventus, com assunção da dívida do projeto, financiada pelo BNDES, com saldo de
R$ 235,2 milhões (sendo os três últimos eventos ocorridos em dezembro), além dos juros e atualizações monetárias incorridos entre os períodos.

Em 31 de dezembro de 2020, as disponibilidades somavam R$ 2,0 bilhões, montante superior em 48,7% ao valor registrado em 31 de dezembro de 2019 (R$ 1,4 bilhão). Desta forma, a dívida líquida consolidada no final do 4T20 era de R$ 3,2 bilhões, montante superior em 11,8% à posição registrada no mesmo período do ano anterior (R$ 2,9 bilhões).

Os gráficos a seguir apresentam a composição dos indexadores do endividamento da Companhia no período, bem como o cronograma de amortização, ambos de forma consolidada.

Cronograma de amortização da dívida5 (R$ milhões)                                                 Dívida Bruta por Indexador6                           

                       

 

Custo7 (%) e Prazo Médio

Custo e prazo médio da dívida

Covenants

O limite mais restritivo estabelecido pelas dívidas da Companhia é de 3,85x, para a razão entre a Dívida Líquida e o Ebitda Ajustado8,além do índice de cobertura de juros, o qual não poderá ser inferior a 1,50x. Em linha com a estratégia de diversificação de fontes da Companhia, as novas dívidas emitidas já possuem limite maior, com a alavancagem variando entre 4,0x e 4,5x e restrição do índice de cobertura de juros de 1,25x.

O índice de alavancagem (Dívida Líquida/Ebitda Ajustado) encerrou o quarto trimestre em 1,53x. O índice de cobertura de juros (Ebitda Ajustado/Despesas Financeiras) encerrou o período em 8,77x. A melhora expressiva dos índices é reflexo principalmente do incremento significativo do EBITDA da companhia no 4T20, em decorrência da reversão em seu resultado, sem efeito caixa, ocasionado pela finalização do acordo do GSF.

 

Dívida Líquida (R$ bilhões) e Alavancagem (x)


 

Rating

A Companhia mantém seus ratings equivalentes a AA+ em ambas as agências de ratings que a cobrem.

 

1 Saldo contábil atualizado, considerando principal, juros e custos da transação
2 Não considera arrendamento financeiro.
3 Empréstimo Offshore, 4131 – vinculado à USD
4 Considera Empréstimos, financiamentos e debêntures do passivo circulante e passivo não circulante.
5 Fluxo composto por amortização de principal.
6 Valores relativos ao principal. Não considera arrendamento financeiro.
7 Custo médio da dívida calculado com CDI diário (ano) e IPCA acumulado (últimos 12 meses) na data de fechamento do trimestre. Tanto custo quanto prazo referem-se ao principal da dívida.
8 Ebitda ajustado para incluir os 12 meses dos ativos adquiridos, inclusive o período anterior ao mesmo fazer parte da estrutura da Companhia.

 

Debêntures

A Companhia realizou 3 emissões de debêntures, sendo que todas as debêntures da 1ª emissão até a 2ª emissão foram devidamente liquidadas e não estão em circulação.

3ª Emissão de Debêntures pela Companhia

Em 31 de outubro de 2006, a Companhia emitiu 80.000 debêntures simples, não-conversíveis em ações, todas nominativas e escriturais, da espécie com garantia real, em série única, com valor nominal unitário de R$ 10 mil, no valor total de R$ 800,0 milhões. As debêntures rendem juros, correspondentes a 100,0% da variação da Taxa DI, capitalizada de um spread de 2,25% ao ano, base 252 dias úteis.

O principal da 3ª Emissão da Brasiliana será amortizado nas seguintes datas:

  • 20/Maio/2014 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Nov/2014 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Maio/2015 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Nov/2015 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Maio/2016 – R$ 160.000.000,00

Total = R$ 800.000.000,00

Documentos da 3ª Emissão

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