Endividamento

Endividamento

DÍVIDA - R$ MILHÕES Montante1 Vencimento Custo Nominal
AES Tietê Energia2 5.294,2    
5a Emissão de Debêntures 232,5 dez/23 IPCA + 6,54% a.a.
6a Emissão de Debêntures - 2a série 399,5 abr/24 IPCA + 6,78% a.a.
7a Emissão de Debêntures - 2a série 754,7 fev/23 CDI + 1,30% a.a.
8a Emissão de Debêntures 214,7 mai/30 IPCA + 6,02% a.a.
9a Emissão de Debêntures 1a série 1.381,4 mar/27 CDI + 1,00% a.a.
9a Emissão de Debêntures 2a série 708,6 mar/29 IPCA + 4,71% a.a.
9a Emissão de Debêntures 3a série 202,6 mar/29 IPCA + 4,71% a.a.
Empréstimo 4131 (captação em 2020)3 600,0 dez/25 CDI + 1,50% a.a.
Empréstimo 4131 (captação em 2021)3 800,0 mar/26 CDI + 1,48% a.a.
AES Tietê Eólica 126,6    
1a emissão de Debêntures - 1série 59,7 dez/25 IPCA + 7,61% a.a.
1a emissão de Debêntures - 2série 66,8 dez/25 IPCA + 7,87% a.a.
Complexo Eólico Ventus (BNDES) 214,6    
Brasventos Eolo 70,2 out/29 TJLP + 2,51% a.a.
Brasventos Miassaba 70,5 out/29 TJLP + 2,71% a.a.
Rio dos Ventos 3 74,0 out/29 TJLP + 2,51% a.a.
Complexo Santos (BNDES) 124,3    
São Jorge 46,3 dez/30 TJLP + 2,45% a.a.
São Cristóvão 51,4 dez/30 TJLP + 2,45% a.a.
Santo Antonio de Pádua 26,7 dez/30 TJLP + 2,45% a.a.
Complexo MS (BNDES) 50,7    
Mar e Terra 11,5 nov/29 TJLP + 1,88% a.a.
Embuaca 12,6 mai/30 TJLP + 1,76% a.a.
Icaraí 12,5 out/29 TJLP + 1,66% a.a.
Bela Vista 14,1 nov/29 TJLP + 1,66% a.a.
Complexo MS (BNB)4 145,1    
Mar e Terra 40,4 mai/33 2,5% a.a.
Embuaca 39,1 mai/30 2,5% a.a.
Icaraí 26,2 mai/31 2,5% a.a.
Bela Vista 39,4 mai/30 2,5% a.a.

Saldo contábil atualizado, considerando principal, juros e custos da transação.
2 Não considera arrendamento financeiro.
3 Custos das operações offshore estão representadas após operações de derivativos, que protege 100% do fluxo de caixa
4 Taxa pré

 

Dívida bruta e líquida

A dívida bruta¹ consolidada da Companhia encerrou 30 de setembro de 2021 em R$ 5.932,7 milhões, 24,5% superior à posição de dívida bruta do mesmo período de 2020 (R$ 4.766,2 milhões), especialmente em função da conclusão da aquisição dos Complexos Ventus, Mandacaru e Salinas, com saldo atualizado de R$ 534,7 milhões, além dos juros e atualizações monetárias incorridos entre os períodos. 

Em 30 de setembro de 2021, as disponibilidades consolidadas somavam R$ 730,1 milhões, montante inferior em 62,9% ao valor registrado em 30 de setembro de 2020 (R$ 1.968,0 milhões), posição anterior à liquidação referente ao passivo do GSF no montante de R$ 1,3 bilhão. A redução das disponibilidades reflete, além do desembolso relativo ao GSF ocorrido em janeiro de 2021, a estratégia de crescimento da Companhia por meio de fontes renováveis, com a compra dos Complexos Eólicos Ventus, Mandacaru e Salinas, além da aquisição e desenvolvimento dos projetos greenfield em construção, contribuindo para o complemento do resultado e geração de caixa.

Desta forma, a dívida líquida consolidada no final do 3T21 era de R$ 5.202,6 milhões, montante superior em 85,9% à posição registrada no mesmo período do ano anterior (R$ 2.798,2 milhões).
Os gráficos a seguir apresentam a composição dos indexadores do endividamento da Companhia no período, bem como o cronograma de amortização, ambos de forma consolidada.

            Cronograma de amortização da dívida2 (R$ milhões)                                      Dívida Bruta por Indexador3                           

                       

 

Custo4 (%) e Prazo Médio

O aumento do custo médio das dívidas reflete, principalmente, o maior IPCA (2021: 10,25% vs. 2020: 9,68%) e CDI (3T21: 4,86% vs. 3T20: 2,00%) observado no período, e o aumento no saldo da dívida em função da assunção das dívidas dos complexos Mandacaru e Salinas e Ventus.

 

Covenants

Após renegociação com os credores da 5ª e 6ª emissões de debêntures da AES Tietê Energia S.A. em setembro, a estrutura de capital da AES Brasil foi reajustada de modo a adequar as restrições de covenants das dívidas mais antigas de sua subsidiária, AES Tietê, a níveis mais apropriados para uma empresa com perfil de crescimento. O novo patamar dos covenants da Companhia para as dívidas mais recentes e as renegociadas considera uma alavancagem de 4,5x e restrição do índice de cobertura de juros de 1,25x.

O limite mais restritivo estabelecido é referente à 7ª emissão de debêntures da AES Tietê, considerando 4,0x para a razão entre a Dívida Líquida e o Ebitda Ajustado5, além do índice de cobertura de juros, o qual não poderá ser inferior a 1,50x. 

O índice de alavancagem (Dívida Líquida/Ebitda Ajustado) encerrou o terceiro trimestre em 2,57x. O índice de cobertura de juros (Ebitda Ajustado/Despesas Financeiras) encerrou o período em 7,35x. A melhora dos índices é reflexo principalmente do incremento significativo do EBITDA da Companhia, em decorrência da reversão em seu resultado, sem efeito caixa, ocasionado pela finalização do acordo do GSF.

 

Dívida Líquida (R$ bilhões) e Alavancagem6 (x)

Rating

A Companhia encerrou o 3T21 com os seguintes ratings:

 
 
 

1 Considera Empréstimos, financiamentos e debêntures do passivo circulante e passivo não circulante e considera a variação cambial das emissões 4131.
2 Fluxo composto por amortização de principal.
3 Valores relativos ao principal. Não considera arrendamento financeiro.
4 Custo médio da dívida calculado com CDI de fechamento e IPCA acumulado (últimos 12 meses) na data de fechamento do trimestre. Tanto custo quanto prazo referem-se ao principal da dívida.
5 Ebitda ajustado para incluir os 12 meses dos ativos adquiridos, inclusive o período anterior ao mesmo fazer parte da estrutura da Companhia.
6 Não considera variação cambial das emissões 4131. Considera garantias de financiamento no saldo das disponibilidades

 

Debêntures

A Companhia realizou 3 emissões de debêntures, sendo que todas as debêntures da 1ª emissão até a 2ª emissão foram devidamente liquidadas e não estão em circulação.

3ª Emissão de Debêntures pela Companhia

Em 31 de outubro de 2006, a Companhia emitiu 80.000 debêntures simples, não-conversíveis em ações, todas nominativas e escriturais, da espécie com garantia real, em série única, com valor nominal unitário de R$ 10 mil, no valor total de R$ 800,0 milhões. As debêntures rendem juros, correspondentes a 100,0% da variação da Taxa DI, capitalizada de um spread de 2,25% ao ano, base 252 dias úteis.

O principal da 3ª Emissão da Brasiliana será amortizado nas seguintes datas:

  • 20/Maio/2014 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Nov/2014 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Maio/2015 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Nov/2015 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Maio/2016 – R$ 160.000.000,00

Total = R$ 800.000.000,00

Documentos da 3ª Emissão

logo tiet3 logo tiet3 logo tiet4 logo tiet4 logo tiet11 logo tiet4 logo tiet4 logo tiet3 logo tiet3 logo msci

Copyright 2020 AES Brasil - Todos os direitos reservados

Desenvolvido: RIWEB